Borba assinalou este sábado, 11 de abril, o Dia Mundial da Atividade Física com um conjunto de iniciativas abertas à população, que juntaram prática desportiva e sensibilização para a prevenção dos maus-tratos na infância, numa ação acompanhada pelo Jornal ODigital.pt.
A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Borba em articulação com a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), integrou-se no Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância e mobilizou participantes de várias idades.
Atividade física como aposta na qualidade de vida
O programa teve início no Largo da Fonte das Bicas, com concentração dos participantes, seguindo-se uma caminhada, uma corrida com distâncias entre os 5 e os 10 quilómetros e jogos de atletismo.
Durante a manhã, decorreu ainda a demonstração e experimentação de bicicletas elétricas.
A vereadora da Câmara Municipal de Borba, Helena Caldeira, destacou a importância da iniciativa enquanto ponto de partida para uma estratégia municipal nesta área, referindo que «é um pontapé de saída para um conjunto de atividades que pretendemos vir a desenvolver ao longo do ano e que venham para ficar» .
A responsável sublinhou ainda o papel da atividade física na saúde, afirmando que «é deveras importante que as pessoas se sensibilizem e percebam a importância da atividade física, praticar exercício físico e ter ganhos em saúde» .
Segundo Helena Caldeira, a iniciativa procurou envolver diferentes faixas etárias, reforçando que a prática regular de exercício deve ser incentivada «em qualquer faixa etária e nunca é tarde para começar» .
Laço azul mobiliza comunidade para proteção das crianças
A partir das 11h00, os participantes juntaram-se em frente ao edifício da Câmara Municipal para a formação do laço azul humano, símbolo internacional da prevenção dos maus-tratos infantis.
A presidente da CPCJ de Borba, Patrícia Cabaço, enquadrou a iniciativa no trabalho de sensibilização desenvolvido ao longo do mês de abril, explicando que «proteger as crianças é uma responsabilidade de todos» .
A responsável salientou que o laço azul representa «o compromisso da comunidade em proteger as crianças, dar voz aos seus direitos e promover ambientes seguros» .
Patrícia Cabaço destacou ainda a importância de envolver toda a comunidade, incluindo famílias, escolas e instituições, referindo que a ação pretende «mostrar que não ficamos indiferentes e que queremos uma comunidade mais atenta e mais protetora das crianças» .
A dirigente alertou também para a necessidade de abordar o tema de forma contínua, sublinhando que «falar sobre o tema ajuda a informar, a prevenir e a encorajar as pessoas a sinalizar situações de risco» .
Iniciativa procurou envolver famílias
A realização da atividade ao fim de semana teve como objetivo alargar a participação à comunidade, permitindo a presença de famílias.
De acordo com Patrícia Cabaço, esta opção procurou garantir maior envolvimento, uma vez que «no tempo escolar só tínhamos as crianças, não tínhamos a família», acrescentando que a mudança visou «chegar a mais famílias e a mais pessoas» .
A ação integrou-se no conjunto de iniciativas previstas para o mês de abril, promovidas pela CPCJ de Borba, com o objetivo de reforçar a sensibilização para a prevenção dos maus-tratos na infância.












































