David Galego, presidente da Câmara Municipal de Redondo, no discurso de apresentação do programa da “Cidade do Vinho 2025”, atribuiu a distinção aos produtores.
Afirmou que este é o «justo reconhecimento daqueles que todos os dias fazem com que este território seja reconhecido como um território de vinhos e que o nosso património se rico».
São estes «homens e mulheres que dão vida a vinhos de excelência, galardoados e reputados internacionalmente». Desta forma, o autarca confessou que se sente na obrigação de «estar do lado dos produtores para promover o vinho do Alentejo».
«É para eles que trabalhamos», sublinhou, dizendo ainda que «cabe-nos, a nós autarcas, dignificar o trabalho e é isso que temos de ser nós a promover», agora de «forma turística».
«É com essas pessoas que fazemos o caminho, é com o trabalho delas que nós conseguimos ir mais longe e sem elas não estaríamos aqui», referiu o edil redondense.
Turisticamente, segundo David Galego, o vinho é assume um papel «cada vez mais importante», tendo «cada vez mais relevância e significado nas contas de exploração das nossas empresas».
Empresas estas que beneficiam dos «milhares de hectares de vinha, milhões de hectolitros de vinho produzidos e das centenas de produtores locais», para além de ser uma atividade que cria «inúmeros postos de trabalho, diretos e indiretos, criados e mantidos».
Em relação aos autarcas, o presidente redondense confessou que «não nos conhecíamos», mas «criámos uma relação de proximidade, que nos tem permitido criar projetos, modificar o território».
«Temos um território magnífico e é com a ‘Cidade do Vinho 2025’ que vamos conseguir promover todos estes momentos genuínos do vinho», acrescentou.
Esta afigura-se, então, como uma «oportunidade decisiva para posicionar o nosso território no patamar da atratividade, da competitividade e do reconhecimento do turismo nacional e internacional».
Um «grande desafio» que não deixa dúvidas ao edil: «Vamos conseguir fazer com que seja efetivamente uma iniciativa de enorme sucesso».
Relativamente ao programa apresentado, David Galego destacou a versatilidade e a diversificação de conteúdos, para além de «promover iniciativas durante todos os meses em várias localidades».















