O presidente da Casa do Alentejo e membro da Comissão organizadora do Congresso do AMAlentejo, João Proença, pediu mais investimento publico para a região e afirmou ser urgente a “criação das regiões Administrativas”.
João Proença falava na sessão de abertura do 3.º congresso do movimento AMAlentejo que se realiza na cidade de Estremoz, no distrito de Évora.
O presidente da Casa do Alentejo começou por afirmar que “o Alentejo tem potencialidades, sempre as teve, mas infelizmente e apesar dos fundos canalizados para a região, não têm conseguido inverter o processo de envelhecimento e despovoamento.”
O responsável justificou o despovoamento da região Alentejo com “a carência de saídas profissionais, que leva muitos formandos das instituições de ensino a procurar soluções fora da região e do país”.
“Registamos como positivo o início da construção do Hospital Público Central do Alentejo e esperamos que a execução recupere os atrasos iniciais”, vincou.
O membro da Comissão organizadora do Congresso do AMAlentejo, nas palavras proferidas “insistimos na urgência da construção da Barragem do Pisão, na potenciação do empreendimento de Alqueva e do Porto de Sines” e alertou para a “necessidade da conclusão dos itinerários complementares, há muito previstos no plano rodoviário e que já deveriam estar concluídos, bem como a eletrificação e modernização de toda a rede ferroviária do Alentejo e da inserção do aeroporto de Beja no sistema aeroportuário do continente”
João Proença concluiu reiterando “a urgência da criação das regiões administrativas, fator de democratização da administração pública, de aproximação aos cidadãos e de promoção do desenvolvimento até à sua concretização como solução transitória Lembramos a proposta da criação da comunidade regional alentejana. O Alentejo precisa da solidariedade ativa nacional. Com o desenvolvimento do Alentejo ganham os que cá vivem e trabalham e ganham o país e ganha a coesão.”















