O presidente da Câmara Municipal de Estremoz, José Daniel Sádio, apelou, esta sexta-feira às “sinergias” para um maior desenvolvimento da região, tendo também pedido melhores condições para “autarcas exercem os seus mandatos”.
José Daniel Sádio falava na sessão de abertura do 3.º congresso do movimento AMAlentejo que se realiza na cidade de Estremoz, no distrito de Évora.
Segundo o autarca, “nunca, como neste momento atual, a importância de tentarmos perceber como é que podemos semear novos rumos no Alentejo mais premente”, acrescentando que “vejamos o contexto global, vejamos aquilo que à volta vai acontecendo e o que é que foram estes últimos anos, para uma região como a nossa, que tem assimetrias diversas e tem problemas estruturais, nunca é demais e nunca é tarde para debatermos a fundo e para juntarmos sinergias.”
O autarca estremocense lembrou as dificuldades que “todos vivemos e ultrapassamos” durante a pandemia, que “só as sinergias, só a união de esforços permitiu que se superasse de alguma forma e que estivéssemos hoje num outro paradigma, noutra fase”, acrescentando que “só com a união conseguimos superar, porventura, uma dificuldade que ninguém esperava, tal como esta que vivemos hoje em dia, com a guerra e por isso é importante que, à escala do nosso Alentejo, nos reunamos, debatemos de forma que se tirem daqui conclusões e projetos para que possamos cada vez mais caminhar para aquilo que todos queremos e nos une, que é o nosso Alentejo.”
José Sádio, nas palavras que proferiu, alertou ainda para que “se olhe com profundidade para o próximo quadro comunitário, que poderá ser poderá ser a última bóia ou a última alavanca para cada um dos territórios e é importante que se olhe para a sua execução, pois, é importante no final desse quadro, que não nos estejamos a lamentar da execução aquém daquilo que era expectável e por isso é importante também que haja aqui algumas ideias, conclusões.”
O edil concluiu pedindo também que “se debata a fundo e que se olhe para as condições com que os autarcas exercem os seus mandatos, que se olhe de vez e que se volte a discutir a lei eleitoral autárquica para que se criem condições”, vincando que “é importante que, se queremos que o país se desenvolva, é mesmo imprescindível que quem está e onde está, esteja em que projeto estiver, tenha condições e atualmente estamos a trabalhar com uma base que já se provou que não é de todo a mais eficaz.”















