O Município de Estremoz viu o Plano de Ação do CLDS 5G aprovado, num projeto de «continuidade» face à anterior geração.
Mesmo que ainda não tenho sido remetida a candidatura, devido ao prolongamento do prazo de apresentação, Sónia Caldeira, vice-presidente da autarquia, revelou aos jornalistas que o programa vai contar com os quatro eixos de execução.
«Essencialmente, nós vamos dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo também desenvolvido a nível do 4G», disse a vice-presidente, acrescentando também que o município vai ser a «entidade promotora».
A grande novidade deste ano prende-se na existência de um plano local de garantia para a infância que vai «garantir um apoio diferenciado às franjas da sociedade com jovens com mais dificuldades e em situação de pobreza».
«No fundo, capacitá-los a nível da educação, cultura e a nível das suas vivências em sociedade para tornar a forma mais igualitária».
Sónia Caldeira revelou ainda que a dotação para o projeto é de 700 mil euros para algo que envolve a «contratualização de vários técnicos».
«Um coordenador de CLDS que tem de estar 100% em exclusividade e depois outros três técnicos que são uma equipa multidisciplinar, na área da gestão, das ciências socias e da animação sociocultural», destacou.
Este seria um projeto que teria como prazo o dia 5 de julho, mas acabou por ser prolongado até setembro. Ainda assim, a autarca vincou que não vão «entregar no último dia», mas que vão aproveitar para «melhorar a candidatura».
«Não é melhorias no plano de ação, é melhorias na forma como vamos apresentar a candidatura. A execução financeira era algo que nos estava aqui a gerar problemas», concluiu Sónia Caldeira.















