Na apresentação da edição de 2024 do Granfondo Serra d’Ossa, em Vila Viçosa, José Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo, destacou aos jornalistas que «cada vez mais o desporto e o turismo são indissociáveis».
«A âncora do desporto tem muito a ver também com aquilo que são hoje os novos paradigmas da qualidade de vida, da saúde e do bem-estar», acrescentou.
Mesmo que muitos dos esperados 1 500 participantes, cheguem à região «numa ótica profissional, ou de descontração», o presidente da ERT destacou que «também são viajantes e têm um olhar de turista».
«A partir do momento em que dormem cá e que estão durante um período superior a 24 horas já são turistas, mas são turistas que vêm andar de bicicleta e que vêm descobrir o território» realçou, dizendo ainda que «no Alentejo, há manifestações desportivas que são muito importantes para o turismo».
«É engraçado que, há uns 30 anos, olhávamos para o turismo do Alentejo e apostávamos que a região era capaz de se posicionar mais nos mercados internacionais pelo turismo cultural», brincou ainda José Santos.
Em relação à prova, o presidente sublinhou que «é um evento que promove este território e que promove, não só nos dias que antecedem e no dia de realização do evento, mas também nos dias que se sucedem ao evento», referindo-se às estadias e iniciativas que poderá proporcionar na região.
Vincou que este tipo de eventos, «com uma ligação muito forte aos recursos naturais e aos produtos turísticos que já existem», têm «uma capacidade de perdurar no tempo», assim como a de atrair cada vez mais participantes.
«Acho que muitos dos participantes que virão ao Granfondo deste ano provavelmente terão estado o ano passado e terão recomendado», referiu.
Desta forma, José Santos esclareceu ainda que este tipo de eventos «são muito importantes» e que está «muito satisfeito» por perceber «que o Granfondo está de pedra e cal neste território».















