O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou esta quinta-feira, em Campo Maior, que o investimento do Grupo Nabeiro–Delta Cafés e a sua trajetória empresarial constituem um exemplo para o país, durante a visita à fábrica Novadelta, onde lhe foi apresentado o plano de expansão superior a 20 milhões de euros.
“É um privilégio podermos estar nesta altura a reconhecer o esforço de investimento que aqui é traduzido, com estes novos projetos de fortalecimento e crescimento desta unidade industrial”, afirmou.
“Daqui sai um exemplo para o país”
Durante a intervenção, o chefe do Governo destacou o papel do grupo enquanto referência nacional, sublinhando o impacto do projeto empresarial desenvolvido em Campo Maior.
“Daqui sai um exemplo. Daqui sai uma inspiração”, afirmou, acrescentando que o percurso da empresa demonstra a viabilidade de criar e desenvolver uma estrutura empresarial fora dos grandes centros urbanos.
Montenegro destacou ainda a visão iniciada pelo fundador do grupo, referindo que “acreditou que era possível ter uma grande empresa em territórios de baixa densidade”, apontando Campo Maior como exemplo dessa estratégia.
Empresa ligada ao território
O primeiro-ministro sublinhou a ligação entre a empresa e a comunidade local, destacando o impacto na região.
Referiu a “proximidade com a terra e com a região” e a forma como o grupo contribui para a dinamização económica local, incluindo diferentes setores de atividade, da indústria ao comércio e à agricultura.
Caminho para o Top 10 mundial
Luís Montenegro considerou ainda que o crescimento da Delta Cafés pode continuar a partir de Campo Maior, apontando a ambição de subida no ranking global.
“Hoje dentro do Top 20 e amanhã, quem sabe, dentro do Top 10, a partir de Campo Maior. Isso é possível”, afirmou.
Investimento como sinal de confiança
Para o primeiro-ministro, o investimento apresentado na unidade industrial representa um sinal de confiança no futuro e na capacidade de crescimento da empresa.
O responsável destacou a importância da inovação, da modernização industrial e da capacidade de adaptação como fatores determinantes para o desenvolvimento do grupo, classificando o projeto como parte de um “ecossistema virtuoso”.
“É uma inspiração para Portugal”, concluiu.















