A freguesia de Montoito, no concelho de Redondo, recebe nos próximos dias a feira do livro “Palavras ao Vento”, na Sociedade União Montoitense.
Um evento que leva até à vila cerca 200 exemplares de obras para “miúdos e graúdos”, num dos «objetivos» do executivo que «está cá», segundo Pedro Roma, vice-presidente e vereador com o pelouro da Cultura, em declarações a’ODigital.
Certo que «numa outra escala» relativamente ao mesmo evento na sede de concelho, mas «sempre com os mesmos objetivos, que é falar de livros». «Não só vender livros», acrescentou o autarca.
Revelou que muitos dos exemplares expostos são «dedicados às crianças», outros «para os adultos» e ainda «algumas publicações também de autores e dedicadas à freguesia de Montoito».
«É algo muito diversificado e que queremos que continue a crescer. Faz parte do nosso investimento emocional e social e da atenção que damos constantemente à freguesia», atirou.
O vice-presidente destacou que esta «não é uma simples feira», já que, para além de livros, há «imensas atividades», num «programa bastante vasto e diversificado», principalmente para os mais novos.
«Tem uma programação muito virada para as crianças, com atividades todos os dias para elas e com horas de conto e com projeções de filmes», sublinhou Pedro Roma.
Relativamente a esse “foco” nos miúdos, o autarca referiu que pretende que «estes eventos e estas pequenas coisas promovam o gosto pela leitura»: «Acho que são importantes».
«Hoje em dia, a tecnologia absorve-nos o dia a dia. As crianças já praticamente que nascem com um ecrã táctil nas mãos e esperamos que desde pequeninos comecem a adquirir bons hábitos de leitura e bons hábitos culturais», vincou o vice-presidente.
Haverá ainda «alguns momentos dedicados aos mais velhos», já que «é um evento familiar, num ambiente também ele familiar».
Estarão ainda expostas obras com história do concelho, que se perfilam como «importantes» no sentido de «ser sempre bom olhar para trás para viver o presente e pensar o futuro».
«As pessoas precisam de se sentir agarradas às suas raízes, de perceber o sítio onde vivem, de perceber aquilo de que são feitas e de perceber a história do território onde se inserem, onde nasceram, onde cresceram, onde quiseram fazer a vida e onde quiseram constituir família», complementou Pedro Roma.
A inauguração serviu também de “primeira página” para a exposição das comemorações do 25 de Abril, sendo que «ainda estamos no ano do cinquentenário».
Também é novidade a duração da feira. Em 2023, o evento teve três dias, mas, em 2024, terá quatro, indo até domingo (29).
Com esse dado em mente, o vereador sublinhou que isso assenta num «crescimento no que toca a nossa atenção e ao nosso investimento social e de animação na freguesia».
De seguida, fique com a foto-reportagem da inauguração da feira do livro, juntamente com fotos da exposição alusiva ao 25 de Abril.















































