O arranque da construção do Posto Territorial da GNR de Viana do Alentejo está “preso” por uma divergência entre o Ministério da Administração Interna (MAI) e a empresa de arquitetura.
Em causa, segundo o presidente do município, Luís Miguel Duarte, está um valor de seis mil euros e que está «a encalhar-nos uma obra em termos de timings, de PRR e das necessidades que o concelho precisa com o quartel».
Trata-se assim de um «pequeno pormenor», mas que «pode ser um grande problema». Contudo, é algo que «pode-se resolver de uma semana para a outra», ou que «pode demorar alguns meses».
O autarca sublinhou que já reuniu com o ministério, onde tentou dar um rumo às “negociações”: «Disponibilizei-me para que o município assuma essas responsabilidades».
«Disponibilizei-me para que façamos uma adenda ao contrato e que o Município de Viana seja responsável por o resto da contratação com a empresa de arquitetura», afirmou o presidente.
Disse ainda que esta possibilidade está agora «em estudo» e que o “bom porto” é uma questão de «bom sendo e de entendimento».
De sublinhar que esta empreitada é financiada pelo PRR e tem um valor total de cerca de dois milhões de euros.















