O presidente da Junta de Freguesia de Cabeção, António Cunha, afirmou esta sexta-feira que a XXIX Prova do Vinho Novo de Talha é mais do que um momento de degustação, representando «uma celebração da nossa identidade e da nossa cultura», num evento que, segundo o autarca, liga a história da terra, o trabalho dos produtores e a dinâmica económica local.
António Cunha falava durante a sessão de abertura da iniciativa, que decorre entre 23 e 25 de janeiro, e que volta a reunir produtores, associações e visitantes na vila de Cabeção, no concelho de Mora.
Autarca sublinha identidade local ligada ao vinho e à vinha
No início, o presidente da Junta destacou o papel do vinho de talha na história da freguesia, considerando que a tradição resulta da «dedicação dos nossos viticultores» e da «sabedoria passada de geração em geração».
Para António Cunha, o vinho de talha assume também um significado social, ao associar-se ao convívio entre a comunidade. «Mais do que uma bebida, o nosso vinho, talha e amizade é convívio e alegria», afirmou, defendendo que o evento deve ser, acima de tudo, «um momento de convívio e de amizade».
Junta quer aproximar pessoas e impulsionar negócios locais
O autarca explicou que a missão da Junta de Freguesia passa por «apoiar e promover aquilo que é nosso», acrescentando que o objetivo é também contribuir para que a iniciativa aproxime a população e traga impacto na economia local.
«Queremos que este evento aproxime as pessoas e impulsione os negócios locais», afirmou António Cunha, sublinhando que a Prova do Vinho Novo de Talha se assume como um momento de encontro para residentes e visitantes.
Presidente fala também como produtor e agradece trabalho “muitas vezes invisível”
Ao intervir na abertura, António Cunha referiu que esteve presente não apenas como presidente da Junta, mas também como produtor, deixando uma mensagem aos produtores de vinho de talha de Cabeção.
«Gostaria de agradecer a todos os produtores do vinho de talha de Cabeção. Esta festa é nossa», afirmou, considerando que o trabalho dos produtores, «muitas vezes invisível», tem impacto direto no «desenvolvimento económico e turístico» da freguesia e do concelho.
Agradecimento às associações e às equipas envolvidas
A concluir, o autarca deixou palavras de agradecimento às estruturas locais, referindo de forma particular o papel das associações e da Confraria do Vinho de Talha, bem como o contributo de grupos locais na programação cultural do fim de semana.
António Cunha destacou ainda o trabalho das equipas da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Mora, sublinhando o contributo de “todos os envolvidos” para que a iniciativa fosse realizada.















