A recolha seletiva no Alentejo Central cresceu 4,3% em 2025, com mais de oito mil toneladas encaminhadas para reciclagem, segundo Gilda Matos, técnica ambiental da GESAMB, em entrevista ao podcast “Factos e Conversas”.
O vidro destacou-se com um aumento de 16%, seguindo-se o plástico e as embalagens de cartão para alimentos líquidos, com uma subida de cerca de 15%.
Meta atingida é apenas o mínimo exigido
A meta anual foi cumprida, mas a responsável sublinha que se trata do patamar mínimo definido. «Não é para fazer a festa. É o mínimo exigido», afirmou Gilda Matos.
Até 2030, a região terá de triplicar a recolha seletiva de papel, cartão, plástico, metal e vidro. «A meta é super exigente e vamos ter que arregaçar mangas», referiu.
Entre as medidas previstas estão a expansão da recolha porta a porta e novos investimentos em infraestruturas.















