A rede portuguesa de coworking e flex-offices SITIO vai abrir um novo espaço em Évora, marcando a sua entrada no Alentejo e reforçando a presença no sul do país. A abertura integra a estratégia de expansão fora dos grandes centros urbanos, com o objetivo de aproximar empresas e profissionais de soluções de trabalho descentralizadas.
O novo espaço, com uma área de 1.161 metros quadrados, pretende contribuir para o desenvolvimento do ecossistema regional, promovendo a inovação, a colaboração e o crescimento de startups, empreendedores e empresas de diferentes setores.
Novo espaço aposta em comunidade e networking
À semelhança de outras localizações da rede, o SITIO Évora inclui uma programação regular de workshops, eventos e encontros de networking. A iniciativa visa fomentar a partilha de conhecimento e a criação de oportunidades de negócio entre os membros.
“Acreditamos que Évora e a região do Alentejo têm um enorme potencial de crescimento e inovação, que ainda está por explorar na sua totalidade. Vemos cada vez mais talento, projetos e empresas a nascer fora dos grandes centros urbanos, e faz todo o sentido estarmos presentes para apoiar esse desenvolvimento”, afirma Miguel Ricardo, general manager do SITIO.
O responsável acrescenta que o objetivo passa por criar “uma comunidade forte que ligue pessoas, ideias e oportunidades”, contribuindo para o crescimento do tecido empresarial local.
Soluções flexíveis para empresas e profissionais
O espaço disponibiliza escritórios privados mobilados, prontos a utilizar, com internet de alta velocidade, serviços de limpeza e receção incluídos. Estão também disponíveis soluções de escritório virtual, que incluem morada fiscal, gestão de correspondência e acesso a salas de reunião.
Estas opções destinam-se a empresas em diferentes fases de crescimento, incluindo equipas que não necessitam de presença física permanente.
Expansão reforça aposta na descentralização
Com a abertura em Évora, o SITIO reforça a estratégia de expansão nacional e a aposta na descentralização da inovação. A rede pretende responder às novas dinâmicas do mercado de trabalho, criando alternativas fora dos principais centros urbanos.
A chegada ao Alentejo insere-se num contexto de crescente procura por modelos de trabalho flexível e híbrido, bem como na valorização de territórios fora das grandes áreas metropolitanas.















