O Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, General José Nunes da Fonseca, esteve presente, em Vila Viçosa, nas Comemorações do 50º Aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas e Evocação do Condestável Nuno Álvares Pereira.
No seu discurso, o General sublinhou o «evento singelo, mas de justificado simbolismo», num local que «venera e celebra de modo ímpar o herói e Santo Condestável».
Num dia de recordação e homenagem «a todos que nos antecederam, especialmente os que deram a vida pela Pátria e os antigos combatentes», assim como «os antigos Chefes do Estado-Maior General das Forças Armadas e os seus relevantes legados», mas foi também um dia de projetar o futuro.
«Temos caminhado com a visão de umas Forças Armadas prontas, flexíveis, interoperáveis e tecnologicamente inovadoras, edificadas com realismo e aptas a cumprirem com credibilidade todas as missões», destacou o General.
Trata-se de um «percurso exaustivo» e que implica «esforços conjuntos concentrados e coordenados», mas que reforça a posição das Forças Armadas.
«As Forças Armadas estão ao serviço dos portugueses que reafirmo à presença a NATO, à União Europeia e ao quadrante das democracias que defendem o culto dos respetivos valores», complementou.
O Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas deixou ainda um alerta: «Esperam-nos responsabilidades mais apuradas e urgentes em termos de transformação e objetivos de capacitação, no quadro dos esforços coletivos das alianças que Portugal integra».
Ainda assim, esclareceu que há, «hoje mesmo» 981 militares no exterior do território nacional «empenhados em 25 missões operacionais no mar, em terra e no ar».
«São soldados portugueses, mulheres e homens, que partiram do mesmo reino lusitano, onde a terra se acaba e o mar começa, com clara consciência do seu contributo para a segurança e bem-estar nacionais e internacionais», disse ainda.
Para concluir, o General José Nunes da Fonseca reforçou que as Forças Armadas «saberão perseverar em bem executar o que primariamente lhes compete, com vontade, brio, proficiência e coragem em defender a ditosa pátria que tem por nome Portugal».
«Hoje, como outrora, no país ou no exterior, inspirados em D. Nuno Álvares Pereira e nos restantes heróis nacionais», rematou.















