O Projeto Limbus abriu recrutamento para uma experiência imersiva que decorre em Elvas e que tem como base um enredo ligado às invasões napoleónicas de 1808. A iniciativa é promovida pela RADIA, entidade que se apresenta como organização dedicada à preservação da linha temporal na zona da raia.
De acordo com a informação divulgada, os participantes são convidados a integrar uma missão fictícia de “resgate temporal”, com o objetivo de intervir numa anomalia localizada no período das invasões francesas. A ação decorre no Forte de Santa Luzia, um dos principais elementos do sistema defensivo da cidade.
Experiência decorre em grupo e simula missão histórica
A organização indica que a participação deve ser feita em grupos de cinco elementos. Os candidatos devem ter disponibilidade imediata e capacidade de atuar em contexto de pressão, no âmbito da narrativa proposta.
Segundo a descrição do projeto, a missão passa por entrar numa zona designada como “Limbo”, caracterizada como um espaço-tempo limitado, onde os participantes deverão realizar uma infiltração tática no forte e “neutralizar divergências” associadas ao contexto histórico.
Iniciativa utiliza enquadramento das invasões napoleónicas
O enredo da experiência inspira-se nos acontecimentos de 1808, período em que Elvas assumiu relevância estratégica durante as invasões napoleónicas em Portugal. O Forte de Santa Luzia, classificado como Património Mundial pela UNESCO, serve de cenário à atividade.
A RADIA refere, em comunicado, que procura “indivíduos audazes” para integrar a missão, apelando à participação do público interessado em experiências interativas com base histórica.















