Um ano depois de ter tomado posse, o Coronel Jorge Pedro Pimenta terminou, esta sexta-feira, a sua missão como comandante do Regimento de Cavalaria nº3 de Estremoz, tendo passado o testemunho ao Coronel Lourenço Azevedo.
Na cerimónia estiveram presentes, o Presidente da Assembleia Municipal de Estremoz, Ricardo Catarino, o Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, José Daniel Sádio e o Presidente da União de Freguesias de Estremoz (Sta. Maria e Sto. André), Pedro Ramalho, bem como os autarcas de Borba, Fronteira, Sousel e Vila Viçosa, entre outras entidades locais e regionais.
De salientar que estiveram ainda na cerimónia o Comandante das Forças Terrestres, Tenente-General Mendes Ferrão e o Comandante da Brigada de Reação Rápida, Brigadeiro-General Ferreira Duarte.
Em declarações aos jornalistas o comandante cessante o coronel José Pimenta, referiu que “numa altura em que os recursos nunca são aqueles que nós desejávamos que fossem, sejam humanos, sejam materiais, o que eu levo daqui é o melhor e o melhor balanço que eu posso fazer e são as pessoas, a proximidade com as pessoas é o que mais levo aqui”, acrescentando que “tem sido um dia emotivo, não sou pessoa de me emocionar muito, mas de facto, hoje veio ao de cima tudo aquilo de bom que eu fui bebendo ao longo deste ano e o que fui bebendo foi a proximidade das pessoas, a amizade das pessoas e isso, é claro, aqui, não só dos militares, dos civis também.”
Já o novo comandante, o Coronel Lourenço Azevedo, começou por referir que “primeiro de tudo, a minha intenção é observar, ouvir as pessoas que trabalham aqui, conhecer tudo”, acrescentando que “estou aqui com espírito aberto para continuar o brilhante trabalho dos meus antecessores e honrar a história deste Regimento, que é um regimento tricentenário, com um património histórico soberbo e que me compete agora, neste momento, mantê-lo, no mínimo, fazer igual o que eles fizeram.”
Já sobre os recursos humanos e materiais, o novo comandante referiu que “a falta de recursos tanto imateriais como materiais não acontece só no Exército, acontece em todas as áreas e depois estamos numa região que tem pouca população, portanto nós temos é que viver com as condições que nós temos e explorar as capacidades que existem disponíveis e alocar da melhor forma para sermos eficientes e eficazes na utilização desses recursos.”
Fique de seguida com as imagens desta cerimónia, numa reportagem de Hugo Calado:




































































































