A Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) vai sofrer a primeira intervenção «quase de fundo» pela «primeira vez em 39 anos» este verão.
João Emílio Alves, diretor da ESECS, sublinhou, a’ODigital, que foi agora «possível reunir as condições ideais para promover esta intervenção que a escola carece há muitos anos» e que este é um projeto que «há algum tempo que estava programado».
«São um conjunto de obras que visam sobretudo melhorar, por um lado, a eficiência energética e o próprio funcionamento da escola e, por outro lado, as condições de conforto da escola», esclareceu ainda o diretor.
Disse ainda que esta intervenção, até 19 de agosto, se trata de uma «primeira fase» e que «implicará a remoção de um conjunto de coberturas e a substituição por outras mais consentâneas com os padrões de qualidade e de segurança atuais».
Depois, «já com os serviços a funcionar novamente na escola e as aulas a decorrerem», a segunda fase vai passar, «por exemplo, pela substituição de luminárias, pela substituição de janelas e de portas para o exterior e também pela substituição do sistema AVAC».
«Queremos ainda fazer mais algumas intervenções depois que tem a ver com algumas intervenções específicas e pontuais», acrescentou o diretor.
Segundo João Emílio Alves, este investimento só foi possível «porque decorre de uma candidatura aprovada ao Fundo Ambiental justamente para a melhoria das condições de eficiência energética» num valor a rondar os 1,2 milhões de euros.
«As outras intervenções, já com orçamento de receitas próprias do Politécnico, rondarão os 400 ou 500 mil euros», complementou o diretor.
Em onda de investimentos, o diretor revelou ainda que, à luz de «outras candidaturas ao PRR», pretende «apetrechar melhor a escola do ponto de vista dos equipamentos técnicos e também do espaço».















