O projeto “MERIDIES 2”, resultado da parceria entre o Politécnico de Portalegre (coordenador do consórcio), o Politécnico de Santarém, o Politécnico de Setúbal e o Politécnico de Beja, recebeu um financiamento “superior” a 1,3 milhões de euros do PRR, “tendo a Direção-Geral do Ensino Superior como beneficiário intermédio”.
O projeto foi proposto ao programa Impulsos Jovens e Impulso Adultos e tem como objetivo reforçar a capacidade formativa nas competências digitais, em particular para áreas disciplinares não CTEAM. Centra-se no desenvolvimento de oferta formativa nas áreas da Informática, Audiovisuais e Produção dos Média, e Energia e Automação, de modo a potenciar a qualificação e requalificação dos futuros formandos (com formação de base em áreas não CTEAM).
Em nota de imprensa, o politécnico de Portalegre afirma que se pretende “ter em funcionamento três CTeSP, mais de 50 microcredenciais e nove programas de formação pós-graduada (entre mestrados e pós-graduações), envolvendo mais de uma centena de empregadores e parceiros externos”.
Uma estratégia que pretende também “proporcionar condições de atração e fixação de recursos qualificados” para que se tornem “potenciais intervenções no desenvolvimento do território”.
De recordar que este consórcio tem apostado vários milhões na educação, tendo anunciado já a criação de uma escola de pós-graduações prevendo-se a sua conclusão a tempo de iniciar o ano letivo de 2025/2026 , assim como vários apoios para Cursos Técnicos Superiores Profissionais















