Foi inaugurada, esta quarta-feira, uma nova praia fluvial no Alqueva, junto da aldeia que deu nome à barragem, no concelho de Portel, distrito de Évora, fruto de um investimento de cerca de 600 mil euros.
Presente nesta inauguração esteve a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que em declarações aos jornalistas destacou o fato desta praia ter tido o financiamento do programa Valorizar, um programa que “tem tentado mobilizar recursos financeiros para materializar projetos desta natureza e que valorizem o território e o interior”, revelando que “no total estamos a falar de mais de 750 projetos financiados a fundo perdido, o que perfaz 100 milhões de euros.”
Rita Marques referiu que os projetos apoiados pelo programa Valorizar “são projetos que se têm mostrado manifestamente importantes, porque se houve procura nos territórios de baixa densidade neste tempo de pandemia, é porque as infraestruturas estavam cá e significa que o Turismo tem investido neste tipo de infraestrutura e aqui na região temos a praia da Amieira, a praia de Monsaraz e Mourão, entre outros equipamentos apoiados pelo programa”.
Já sobre os resultados do turismo, a secretária de Estado salientou que “o ano de 2020 foi um ano atípico, mas é verdade que tivemos territórios como o Alentejo que viu crescer muito a sua receita turística, principalmente em concelhos mais escondidos e eu penso que essa tendência é para ficar”, acrescentando que “o ano de 2021 vai decorrendo com algum otimismo, vamos ficar acima dos números de 2020, devemos atingir 9 mil milhões de receita turística em 2021 e continuamos a progredir até conseguirmos atingir os números de 2019. O nosso objeto é atingirmos os 27 mil milhões de euros de receita turística em 2027, mas não é só a receita turística que importa, importa procurar e encontrar um melhor turista, aquele turista que não deixe pegada, que deixe só as memórias como pegada.”
Sobre a resiliência demonstrada pelo Alentejo, a Governante disse que “no Alentejo temos tido municípios com muita visão, comunidade intermunicipais com muita visão, a própria CCDR sempre a trabalhar arduamente em prol dos territórios, portanto, no Alentejo podemos dizer que o mais difícil está feito, que é a Mãe Natureza ter tratado de cuidar daquilo que é mais importante e agora é a nossa parte de saber aproveitar e preservar estes ativos.”















