Este fim de semana, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou o Museu do Estanho Apeles Coelho.
“Apanhado” pelos microfones d’ODigital, a mais alta figura do nosso país confessou que guarda «muitas memórias de Vila Viçosa em geral» e «ótimas recordações».
Recordando que foi membro da Fundação da Casa de Bragança entre 1994 e 2016, tendo sido presidente do Conselho Administrativo entre 2012 e o último ano, Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que «passava aqui uma parte importante da minha vida».
«Numa primeira fase, de quando vem vez, vinha cá como membro da Junta Diretiva e reuníamos cá. Depois, já como presidente do Conselho, passava cá mais tempo», acrescentou.
Recordações que foi guardando com o passar dos anos e cada vez em “maior quantidade”, já que «continuava a fazer a minha atividade em lisboa, mas concentrava as aulas em dois ou três dias», esclareceu, dizendo ainda que «o resto dos dias, vinha para aqui».
Contudo, voltando ao presente, o Presidente da República desde 2016 admitiu que, agora, «Vila Viçosa está ainda mais bonita do que era». «Está uma maravilha», adicionou.
Em relação ao museu que visitava, Marcelo Rebelo de Sousa destacou que «está muito bom», sendo que o estabelecimento «perpetua o trabalho do nosso Apeles Coelho, mas por outro lado é uma riqueza da região».
Mesmo que numa «primeira parte» e com projeto para expandir «para todo o edifício», que «está bem situado, junto ao Terreiro do Paço, junto do que é historicamente fundamental».
«No fundo, estes edifícios eram utilizados pela Corte, porque os fidalgos ligados à Casa de Bragança, mesmo no período em que os Filipes mandavam em Portugal, viviam aqui. Era uma forma de declarar que Portugal», explicou.
De seguida, fique com a foto-reportagem de Hugo Calado da caminhada por Vila Viçosa e da visita do Presidente da República ao Museu do Estanho Apeles Coelho.
















































