A aldeia de Luz, no concelho de Mourão, acordou esta segunda-feira com uma rutura perto do Museu.
Algo que já foi concertado, mas poderia perder cerca de 40 metros cúbicos de água por hora e «que não deveria acontecer numa edificação nova», segundo João Fortes, presidente do município, em declarações a’ODigital.
Uma rutura «considerável» que apareceu «no dia de tolerância de ponto e em que já preparávamos as festividades», onde os funcionários «foram à sua missão e não hesitaram em vir fazer mais uma reparação»:
O autarca destacou que já é uma «realidade com a qual a população tem sabido viver», mas criticou a «falta de fiscalização durante a execução da nova aldeia».
«Fomos levados a ter um povo em que temos que, todos os dias, fazer reparação de roturas», sublinhou, dizendo ainda que estes “fardos” têm levado a «perdas de água avolumadas, infelizmente».
Mesmo não sendo «refletidas» na população, João Fortes frisou que levam a que o município «pague, à entidade gestora em alta [Empresa Portuguesa de Águas Livres (EPAL)], somas consideráveis de água que é literalmente desperdiçada».
Agora, com esta solucionada, «resta quando é que surgirá a próxima», já que «neste momento, nada mais há a fazer»: «Esperemos que não surja nos dias festivos».
O presidente vincou que, até ao momento, «ninguém ficou sem água» e se ficou, «foi temporariamente enquanto fazíamos o seccionamento das válvulas».
Contudo, «na altura devida, deviam ter sido tomadas diligências para responsabilizar a falta de profissionalismo na execução da obra».
Algo que «não aconteceu» e que «dizem os populares, que os erros foram encontrados pouco tempo depois», ou seja, após a construção da nova aldeia. Ainda assim, «a Câmara aceitou a obra e o prazo de garantia já terminou».
Uma rede que «não está obsoleta de todo», mas que como «tudo ficou debaixo de terra», seria necessária uma obra, onde «o município revirasse todas as ruas».
«O que temos feito é través de seccionamento de áreas, tentando ir resolvendo os problemas até a uma altura em que estará tudo também corrigido», acrescentou, dizendo ainda que «isso poderá levar anos e anos».















