O Núcleo de Estremoz da Liga dos Combatentes assinalou 100 anos de existência numa cerimónia marcada pela emoção, reconhecimento institucional e pela reafirmação da missão de apoio aos antigos combatentes.
O presidente do Núcleo, Sargento-Mor de Cavalaria Jorge Carujo, destacou que liderar a estrutura no ano do centenário é “emocionalmente forte” e motivo de “orgulho profundo”.
Sublinhou que um século de história “não se constrói num dia”, mas resulta do trabalho contínuo de várias direções que sempre mantiveram como objetivo ajudar quem mais precisa.
Segundo Jorge Carujo, a Liga continua a ser essencial para muitos antigos combatentes, sobretudo aqueles que vivem isolados ou sem apoio familiar próximo. Recordou que “há muitos combatentes a precisar de apoio”, o que torna o trabalho da instituição ainda mais relevante.
Nova sede prestes a ser inaugurada
As comemorações ganham ainda maior significado com a abertura da nova sede do Núcleo, prevista para dentro de aproximadamente um mês, segundo o presidente.
O Sargento-Mor de Cavalaria Jorge Carujo explicou que o novo espaço trará “mais valências” e a “dignidade que a instituição merece”, reforçando a capacidade de resposta social e comunitária.
Monumentos em todos os locais
Ao longo dos últimos três anos, uma das prioridades foi garantir a existência de monumentos de homenagem aos antigos combatentes em toda a área de responsabilidade do Núcleo.
O Sargento-Mor de Cavalaria Jorge Carujo realçou um balanço positivo nesse sentido uma vez que Sousel já tem monumentos, a obra de Fronteira encontra-se concluída, a de Monforte está “a meio” e, em Estremoz, prepara-se a adjudicação final para assegurar que as oito freguesias ficam também contempladas.
O presidente deixou ainda uma palavra de agradecimento ao Regimento de Cavalaria nº3 e ao Município de Estremoz, entidades que descreve como “parceiras essenciais” ao longo do último século.
“De coração cheio” após um século de história
Com a sala cheia de antigos combatentes e representantes institucionais, Jorge Carujo afirmou que o centenário é um momento de celebração coletiva.
“A história não é feita só de agora. Completámos 100 anos no passado dia 11 e estamos de coração cheio”, atirou o presidente.
De seguida, fique com a reportagem fotográfica da cerimónia.















































































































































































































































































