A Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo está a “viajar” por toda a região em reuniões para “discutir” as linhas orientadoras do Plano de Atividades.
José Santos, presidente da entidade, em declarações a’ODigital, sublinhou que esse é o «desejo, senão não serviria de muito», mesmo que já haja «ideias e eixos», mas estas reuniões servem «muito para criarmos ou enriquecermos o próprio programa».
«Estamos próximos dos nossos parceiros e há um trabalho de muita proximidade da entidade regional e os seus associados. Estas reuniões são muito importantes para alinharmos a nossa estratégia e para os nossos destinatários perceberem também quais são as nossas ações e projetos», acrescentou.
Mesmo que cada território tenha a sua «particularidade», o plano terá de «se moldar e de se adaptar às necessidades de cada região»: «É preciso ter respostas direcionadas».
«O Alentejo é uma região grande e o padrão de desenvolvimento turístico não é exatamente igual», referiu o presidente.
Ainda assim, José Santos destacou que há já um plano, «com o qual nos candidatamos para este mandato de cinco anos» e que essas linhas «estão muito ancoradas nesses pilares», referindo o «reforçar e modernizar a nossa imagem e a comunicação».
«As duas grandes linhas passam por aumentarmos o trabalho do marketing e procurarmos uma intervenção em toda a cadeia de valor do setor, desde a criação do produto até à formação dos recursos humanos», realçou.
Em relação à primeira reunião, em Évora, o presidente da entidade afirmou que «correu bem», pois foi «muito participada, com sugestões, comentários, críticas»: «É um exercício de construção e de partilha».
«Para nós é muito importante, porque nos permite alinhar melhor aquilo que são os nossos eixos de intervenção com a realidade», disse José Santos.
No entanto, destacou que há a «noção» que não é a «melhor altura do ano para reunir com os ‘stakeholders’ do setor, porque as empresas estão com mais trabalho em toda a fileira do turismo e há muitas férias das pessoas mais ligadas aos municípios».
«Foi o calendário possível», mas, ainda assim, teve a participação de 20 empresas e de seis municípios.















