O programa do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) de Redondo foi esta quarta-feira, dia 10 de setembro, apresentado no Centro Cultural da localidade.
Um programa designado de “Redondo + Humano” e que está assente em três eixos: Emprego, formação e qualificação; Combate à pobreza e exclusão social; Desenvolvimento social, capacitação comunitária e intervenção em contextos de emergência social e de cenários de exceção.
Conta com 540 mil euros de dotação e apresenta duas dezenas de atividades, prevendo-se que cheguem a cerca de um milhar de munícipes redondenses.
Autarquia de Redondo quer combater pobreza e exclusão social
Segundo Carla Figueiras, vereadora da autarquia, em declarações aos jornalistas, este é um projeto que «prova o compromisso que o concelho está disposto a construir». «Mais justo, mais solidário, onde ninguém é deixado para trás e onde há onde a presença contínua com a comunidade, com os parceiros, nos vai ajudar a colmatar as necessidades», disse.
Visa, assim, «acima de tudo, construir um concelho mais coeso, mais justo e mais humano», até porque «a ação social no nosso concelho é mais do que uma série de iniciativas isoladas».
Sendo que o município é a entidade promotora do CLDS, a vereadora detalhou que a equipa é formada por três elementos, uma coordenadora e dois técnicos e que «as regras mudaram um bocadinho»: «São mais definidas e não deixam os vulneráveis para trás».
Integração, proximidade e diagnóstico local
Para além disso, detalhou que o concelho está «todo mapeado», fruto do trabalho da equipa, e que «vamos incluir todo o concelho nas atividades».
«Nada é isolado e temos já bastantes casos identificados. No entanto, o projeto não vai trabalhar caso a caso, mas sim em conjunto», acrescentou a autarca.
Já Dora Jeremias, coordenadora, realçou que «as expectativas são sempre muito altas» e que pretende que «estas ações possam ter impacto e possam suprir as necessidades da nossa população».
Mesmo sem uma data definida para o início do projeto, «o diagnóstico local considerou uma maior urgência na área da infância, na área do desemprego e na área da vulnerabilidade económica e social».
«Assim que a equipa estiver reunida, avançaremos», vincou a coordenadora.
Segurança Social destaca papel das autarquias
Por sua vez, Nuno Alas, diretor de Segurança Social do Centro Distrital de Évora do Instituto da Segurança Social, referiu que este projeto é um «objetivo claro de aumentar a coesão social e territorial» na região.
«É de saudar o papel das autarquias no desenvolvimento deste tipo de projetos», complementou o diretor, dizendo ainda que «nós, Segurança Social, não estaríamos tão bem preparados para conhecer o território e saber de que forma e saber de que forma e a quem aplicar aquela medida, aquele apoio».
Desta forma, destacou que «esta é a riqueza do poder local», por estar «junto das pessoas e conhecer a quem se destinam estas medidas».
De seguida, fique com a foto-reportagem da sessão de apresentação.






















































